A rotina intensa das estradas, o excesso de horas dirigindo e a dificuldade de acesso a espaços adequados impactam diretamente a saúde dos caminhoneiros brasileiros.
Tanto é que 86% dos motoristas não praticam atividade física regularmente, cenário que reforça a necessidade de ações voltadas à qualidade de vida e bem-estar no transporte rodoviário, conforme pesquisa da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA).
Os caminhoneiros trabalham, em média, 14 horas por dia e passam 16 dias por mês longe de casa.
Além disso, muitos profissionais convivem com doenças como hipertensão, obesidade, diabetes, dores lombares, ansiedade e estresse.
Outro dado preocupante mostra que 62% só procuram atendimento médico quando já estão doentes, enquanto 63% afirmam ir ao dentista apenas quando sentem dor.
As condições das rodovias, a falta de estrutura adequada para descanso e a pressão operacional ajudam a explicar esse cenário.
Discutir eficiência logística também passa por valorizar saúde, segurança e qualidade de vida dos profissionais das estradas”, defende xx, do ICF (Instituto Cuidando do Futuro). ‘É preciso enxergar o motorista como elo fundamental do transporte rodoviário e vê-lo como parte que precisa de prevenção também como forma de redução de custos e danos
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